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Filme: A garota da capa vermelha

1 maio

Nem sei por onde começar essa resenha. Bom, melhor falar do que me fez ter vontade de ver o filme, né?

Pra que não sabe, eu sou formada em pedagogia. Sim, pedagogia! Bom, e durante o curso a gente estuda várias teorias de educação e se interessa por vários assuntos. Não sei se foi em alguma disciplina da faculdade, em coversas de corredor ou em pesquisas feitas na internet, o fato é que durante um tempinho considerável eu me pegava filosofando sobre aos contos de fadas e a importância que eles tinham (ou não) na formação das criancinhas. Qual a real mensagem que eles queriam passar? Qual o conto “original”? Será que a história que ficou famosa era a real história que o autor havia criado ou sofreu adaptações ao longo do tempo?

E pra quem não sabe, dizem que Chapeuzinho Vermelho era originalmente um conto para adultos, recheado de erotismo. E com o nome mais adultinho “A garota da capa vermelha”, fiquei super na expectativa de ser um filme que trouxesse esse lado mais adultinho da história. E bom, não é. Não é mesmo.

Não sabia nada do filme, não acompanhei as notícias que saíam a respeito dele porque eu super achava importante manter esse mistério da história real, sabe? Não queria ler nenhum spoiler, hahaha. Aiai, pobre inocência da criança aqui… e aí você me pergunta: por quê, Júlia? E eu te respondo aqui embaixo…

Amanda Seyfried no papel de Chapeuzinho Vermelho

A releitura do conto mais famoso dos irmãos Grimm, Chapeuzinho Vermelho, é estrelado pela jovem Amanda Seyfried (Querido John, Mama mia!) e tem no elenco também os desconhecidos (?) Shiloh Fernandez e Max Irons.

Max Irons e Shiloh Fernandez em uma das cenas de Red Riding Hood

O filme é da mesma diretora de Twilight (siiim, Twilight!), a Catherine Hardwicke. E acredite amigo, o filme tem não uma ou duas, ou três, mas várias, incontáveis cenas que são muito, muito parecidas com Crepúsculoa! Tipo cópia sabe? Dizem que eles tentaram a mesma fórmula do sucesso (oi?) pra tentar repetir o sucesso da saga. Fail total, na minha humilde opinião!

Pra quem não sabe, eu assiti Crepúsculo e fiquei bem viciadinha, lendo e relendo os livros, etc (melhor pular essa parte, né?). Mas tudo na vida tem limite, né meu povo? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

Te falo uma coisa, no filme a Catherine Hardwicke não poupou esforços, a menina é mais ou menos “dividida” entre dois meninos, pensa em fugir pra ficar com o amor impossível, tem um lobão que parece ter uma ligação bem forte com a menina (alô, Jacob?), e pra fechar com chave de ouro o pai da menina é o mesmo ator que faz o pai da Bella, o Billy Burke! É mole ou quer mais?

Pra quem assistiu Twilight: essa cena lembra alguma coisa? hahaha

Bom, pra não dizer que não falei das flores, o filme tem algumas qualidades. A atuação de Billy Burke é uma delas, pra variar. O cara é muito bom. Uma das músicas da trilha também é muito boa. Estou falando da música interpretada por Fever Ray e feita especialmente pro film, The Wolf. Ela tem uma pegada meio Crepúsculo, mas a trilha desses filmes é boa pra caramba na minha opinião e de muita gente. Conhece? Vale a pena. Outra é que o filme se passa em uma vila medieval que fica num lugar bem frio e remoto, o que garante algumas cenas e cenários bem bonitos de se ver, apesar dos atores estarem meio que desconectados dessa ambientação em uma  cenas em que acontece uma festa a noite, na neve, no frio glacial e os atores lá, com roupas bem “fresquinhas” pra num falar outra coisa. Hahaha…

Ai gente, amarguras a parte, fiquei bem decepcionada por causa dessa expectativa que criei da história real da Chapeuzinho Vermelho, sabe? Se for pra falar pra alguém assistir ao filme, que seja com uma finalidade instrutiva. Faça o seguinte: assista Twilight, mesmo que você ache ridículo, odeie e não suporte todo o fator vício adolescente, forçação de barra de amorzinhos, etc. Depois assista ao Garota da Capa Vermelha. Dessa forma você vai ver o que é um filme cara de pau, cópia do outro. Você vai conseguir dar risadas de tão ridículo. Sério!

Olha o trailler:

E pensar que ao fazerem isso queimaram a chance de fazer um Chapeuzinho Vermelho contemporâneo de qualidade…aff.

Eu Que Te Pergunto: assistiu a filme? O que achou?

127 Hours

1 abr

Eu sei que a premiação já aconteceu, mas falar sobre os filmes que estavam concorrendo aos prêmios não necessariamente tem que ser feito antes da premiação, né?

Entãaaao, daando sequência aos filmes do Oscar 2011, assistimos finalmente ao 127 Hours, com o James Franco.

O filme não levou nenhum prêmio e estava concorrendo  nas seguintes categorias:

  • Melhor Filme;
  • Melhor Ator (James Franco);
  • Melhor Edição;
  • Melhor Roteiro Adaptado (do livro Between a rock and a hard place,  de Aron Ralston);
  • Melhor Trilha Sonora Original (de A.R. Rahman);
  • Melhor Canção Original -“If I Rise” (Música de A.R. Rahman e letra de Dido e Rollo Armstrong)

Vamos começar pelo início. O filme é uma adaptação do livro Between a rock and a hard place e a direção foi feita pelo Danny Boyle, o mesmo cara que fez “Quem quer ser um Milionário”, ganhador de 8 Oscars em 2009, incluindo o de melhor filme e melhor diretor.

Bom, voltando ao 127 Horas, o filme conta a história de um cara que adora praticar esportes. Imagina, o cara se despede do seu colega de trabalho, da sua vida em sociedade, e chega em casa todo animadinho se preparando pro final de semana radical, na natureza selvagem (#Into the wild feelings! hahaha). Então ele parte pro Grand Canyon dirigindo seu carrinho, levando sua bike a tiracolo, sua câmera e ouvindo suas músicas prediletas. Ficou com vontade? Então espera…

E então que aí acontece. O quê? Bom, aí que o cara fica preso numa vala com uma pedra prendendo seu braço por um tempão. Mais precisamente 127 horas (dãh). E o filme conta e passa pelas tal 127 horas que ele leva pra conseguir se soltar. E te falo, ficar 127 horas preso num lugar sem nada… pode fazer surtar o cabeção, viu? Pra isso sua companheira, a câmera, participa registrando diálogos, ou melhor, monólogos engraçados, depressivos, biográficos… e lá vai a história. Pra mais detalhes tem que ver o filme, né? Não vou falar tudo!

Sem dúvida o James Franco, que mostrou uma empatia com o papel muito grande, deu super certo. E já que em 95% do filme só aparecem ele e a pedra, isso é super importante, né? Sem falar que ele é um gato!

Agora, pra mim, o grande diferencial desse filme é a cara moderna que deram pra ele na edição. Uma linguagem meio de vídeoclipe, sabe? Ultralegal e ultramoderna. O uso de músicas e cortes super diferentes do que estamos acostumados a ver nos filmes, com flashes superrápidos e dinâmicos, por si só, valem o aluguel do DVD ou a ida ao cinema.

Claro, o filme não agradou a todos, mas se você ficar meio desanimadinho ao assisti-lo, achando o filme meia boca (super duvido, ele é muito bom), faz o seguinte: foca no quesito edição, que super vale à pena!

Dá uma olhada no trailler:

Agora Eu Que Te Pergunto: curtiu ou detestou o filme? Por quê?

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Oscar 2011: Premiados!

28 fev

Então finalmente aconteceu o Oscar, meu povo!

Tapete vermelho, vestidos bafônicos, muitas premiações, muitos discursos (rapidinhos pra num ser interrompidos pela músiquinha, hahaha), satisfação e indignação por ter ou não ter ganho aquele prêmio, etc, etc.

A cerimônia foi apresentada pela linda Anne Hathaway e pelo James Franco. 2 Jovens atores que dividiram o palco com outras celebridades para premiar os ganhadores das diversas categorias do prêmio. Eu achei bem legal eles terem apresentado o prêmio. Ele é um gato (que charme… o que que é isso!) e ela super simpática!

Os apresentadores do Oscar 2011: James Franco e Anne Hathaway

O Oscar aconteceu ontem em Hollywood e para quem gosta de moda, celebridades e filmes hoje é dia de fuçar, fuçar, fuçar, pois sites, blogs, programas de TV e em breve revistas exploram esse assunto até falar chega! Como o blog ainda está no comecinho e eu ainda não defini direitinho os assuntos-chave, vou falar um pouquinho de tudo, em 2 posts, tá?

Para começar, vamos falar dos filmes ganhadores e os prêmios conquistados!

“Strangers no more”: Melhor documentário (curta-metragem).

“God of love”: Melhor curta-metragem.

“The Lost Thing”: Melhor curta-metragem de animação.

“Inside Job”: Melhor documentário (longa-metragem). Esse documentário fala da crise econômica e ganhou do anglo brasileiro Lixo Extraordinário. Não vi. Ainda. Mas quero ver pra ver se foi justo (;

E aqui um parêntesis. Esses filmes de curta metragem sempre são interessantes. Lembro que na época de escola eu sempre ia no Cine Belas Artes em BH (aquele da Pça. da Liberdade), às 6 da tarde, assistir aos curtas metragens! Era de graça e a cada semana eram exibidos filmes de temas diferentes (animação, biografia, drama, estrangeiros, etc.). Sempre tinham ótimos filmes passando! Alguém sabe se ainda existe essa sessão?

“In a Better World”: Melhor filme de língua estrangeira. Esse filme é dinamarquês. Quero ver, principalmente porque as histórias de filmes estrangeiros e o jeito de contar as histórias são beeem diferentes da Hollywood a que somos bombardeados estamos acostumados, né?

“Toy Story 3″: Melhor longa-metragem de animação
e Melhor Canção Original-“We Belong Together”. Eu confesso que gostava mais da época em que as animações eram menos digitais, sabe? Cinderela, A Bela e a Fera, Branca de Neve… Claro, na época eu era criança e assistia mais a esse gênero. Mas num sei se é só por isso, viu? Ah! E nessa categoria, quero super assistir ao Como Adestrar o Seu Dragão! Todo mundo que viu super gostou! Você já viu? Aliás, outro filme que estava concorrendo nesta categoria e deve ser muito bom é O Ilusionista, o segundo longa de animação de Sylvain Chomet, que também fez o extraordinário Bicicletas de Belleville. Será que ele não merecia ter ganhado o Oscar não? Só vendo pra saber, né? Taí mais um filme pra minha listinha!

“Alice no País das Maravilhas”: Melhor direção de arte e Melhor figurino. Super merecido, né? O filme é lindão demais de se ver e, pra dar água na boca dá uma olhada nos lindos pôsters! Se quiser ver grandão, é só clicar!

“A Origem”: Melhor fotografia, Melhores efeitos visuais, Melhor mixagem de som e Melhor edição de som. Ainda não assisti a esse filme. Tem gente que fala que é meio Matrix e tem gente que fala que é até pecado compará-lo a ele, que não tem nada a ver. Bom, como eu amei Matrix, vou assistir o mais breve possível e falo pra vocês o que achei, tá?

“A Rede Social”: Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora Original. Esse filme era cotado em várias categorias, inclusive era o mais bem cotado para a de Melhor Filme e acabou levando “só” essas 3 estatuetas. Eu achei o filme legal por contar a história do Facebook. Não sei se fiquei presa nesse aspecto, mas não consegui ver uma grande edição, direção, fotografia, etc. A trilha sonora é bem legal e combina com a história e o ritmo do filme, justo. Sei lá, não sou crítica profissional, mas ao contrário do que alguns pensam, achei justo ele não ter levado o prêmio de melhor filme :)

“O Vencedor”: Melhor Atriz Coadjuvante-Melissa Leo e Melhor Ator Coadjuvante-Christian Bale. Também ainda não assisti a esse filme e, não sei se por causa do nome, quando vejo qualquer coisa desse filme sempre penso naquele outro filme O Lutador, com o Mickey Rourke (indicado ao Oscar de melhor ator), sabe? Você também fica com essa impressão? Bom, tenho que ver esse filme rápido pra acabar com isso!

“O Lobisomem”: Melhor maquiagem. Não assisti e nem tenho vontade de ver. Alguém viu? Vale a pena? Cruzes, que monstrão! Prefiro o Jacob de Twilight! kkk

“Cisne Negro”: Melhor Atriz-Natalie Portman. Ai gente, achei esse filme tão lindo que pra mim ele merecia melhor roteiro, melhor atriz coadjuvante (Mila Kunis), melhor filme, tinha tempo que não ficava tão empolgada com um filme viu? Amei muito e se você ainda não assistiu, está intimado a correr pro cinema! Rápido, porque esse filme vale a pena assistir na telona.

“O Discurso do Rei”: Melhor Roteiro Original, Melhor Diretor, Melhor Ator-Colin Firth e Melhor Filme. O filme é mesmo muito bom. O Colin Firth dá um “showzaço” de interpretação. E o legal é que é um filme de uma história real, sem efeitos especiais megalomaníacos, sem personagens forçados… é um filme de estilo clássico (Existe isso? rsrs).  Adorei o Discurso do Rei, mas pra mim a intensidade e o drama de Cisne Negro merecia a estatueta de melhor filme! Fazer o quê, né?

Um segundo parêntesis: Sei que o filme era um remake, mas fiquei chateadinha de Bravura Indômita não ter levado nenhuma estatueta! A Hailee Steinfeld foi muito boa, gente! Tá, ela tem só 14 anos. Tá, é o primeiro longa que ela faz, mas ela foi tão bonitinha!! E ainda foi indicada a categoria atriz coadjuvante, né? Como eu já falei antes… tenha dó! Ela é o centro do filme! Confesso que ainda não assisti ao O Vencedor pra ver se a Melissa Leo mereceu a estatueta, então, não posso mostrar mais a minha indignação! Por enquanto! hahaha

Eu ando meio desacreditada de cinema sabe? Todo ano é tanta coisa ruim que entra em cartaz que dá até desânimo pagar o cada vez mais caro ingresso pra sair decepcionada da sala de cinema por ter assistido a filmes tão clichês! Este ano, no entanto, eu tenho assistido a vários filmes bons, desses que foram indicados ao Oscar, viu? Tá valendo sair de casa pra ver coisas boas! E agora já com os indicados e os premiados, fica mais fácil selecionar aos filmes que a gente acha interessante de assistir! Bora pro cinema?

Agora Eu Que Te Pergunto: ficou com vontade de correr pro cinema? O que achou dos premiados? Compartilhe a sua opinião com a gente!

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Oscar 2011: The King’s Speech

25 fev

Dando sequência aos posts do Oscar 2011, chegou a hora de falar sobre The Kings Speech (O Discurso do Rei).

O filme está concorrendo ao Oscar 2011 em uma alavanche de categorias (12 no total!):

  • Melhor Filme
  • Melhor Diretor – Tom Hooper
  • Melhor Ator – Colin Firth
  • Melhor Ator Coadjuvante – Geoffrey Rush
  • Melhor Atriz Coadjuvante – Helena Bonham Carter
  • Melhor Roteiro Original (David Seidler)
  • Melhor Direção de Arte (Netty Chapman)
  • Melhor Fotografia (Danny Cohen)
  • Melhor Figurino (Jenny Beavan)
  • Melhor Trilha Sonora (Alexandre Desplat)
  • Melhor Edição de Som
  • Melhor Edição (Tariq Anwar)

Com esse tanto de indicação, a coisa só pode ser boa, né? E de fato, o filme é muito bom.

Se formos analisar, o filme tinha tudo para ser meio enfadonho, afinal de contas, fazer um filme sobre gagueira pode ser bem morno. Mas não é.

Eu queria ver o filme por uma série de motivos, entre eles ver o Colin Firth (Diário de Bridget Jones) num papel principal, porque adoro ele; ver a Helena Bonham Carter (Sweeney Todd, Alice in Wonderland, A Fantástica Fábrica de Chocolates, Harry Potter e as relíquas da Morte,…)  em um filme que não fosse do seu maridão, Tim Burton, e que garantisse um papel menos exagerado, se é que vocês me entendem; e também porque nunca tinha assistido a um filme de reis e rainhas que não tivessem aqueles vestidões de época, com coroas, castelos, côrte, enfim, que me mostrasse a vida de majestades de uma forma mais contemporânea.

O Rei Charles VI (Colin Firth) e a Rainha Elizabeth (Helena Bonham Carter)

O filme é muito interessante, e conta as dificuldades que o pai da atual rainha Elizabeth enfrentou ao ser coroado rei da Inglaterra. Isso porque ele assumiu o trono somente porque seu irmão mais velho o abdicou por causa de uma mulher, porque na época a Inglaterra estava prestes a entrar em guerra com a Alemanha na II Guerra Mundial e, principalmente, porque ele sofria de uma gagueira terrível e não havia médico e/ou tratamento que desse jeito nela.

E é esse a grande trama do filme, o Rei George VI (Colin Firth) tratando sua gagueira com o excêntrico terapeuta de voz Lionel Logue (Geoffrey Rush), devidamente apoiado e incentivado por sua dedicada esposa, a Rainha Elizabeth (Helena Bonham Carter). Os 3 atores se deram muito bem nos papéis. Colin, principalmente, dando um show ao fazer seu personagem de temperamento explosivo, o nervosismo ao discursar à nação prestes a entrar em guerra e, é claro, com a grave e indesejável gagueira que o acompanhava aonde quer que fosse.

E é esse a grande trama do filme, o Rei George VI (Colin Firth) tratando sua gagueira com o excêntrico terapeuta de voz Lionel Logue (Geoffrey Rush), devidamente apoiado e incentivado por sua dedicada esposa, a Rainha Elizabeth (Helena Bonham Carter). Os 3 atores se deram muito bem nos papéis. Colin, principalmente, dando um show ao fazer seu personagem de temperamento explosivo, o nervosismo ao discursar à nação prestes a entrar em guerra e, é claro, com a grave e indesejável gagueira que o acompanhava aonde quer que fosse.

Como destaquei no início do post, considero esta uma ótima oportunidade de assistir a um filme de monarquia sem os clichês a que estamos acostumados, pois é um filme que se passa no século XX, época em que infelizmente (ou felizmente) não há mais aquela pompa medieval que é tão retratada em filmes de outras épocas, como carruagens, castelos, bobos da côrte, vestidos com 30 anáguas, corpetes, veludo, …

Abaixo o trailler do filme:

Agora, Eu Que Te Pergunto: Já viu o filme? Não??? Então tá esperando o quê pra correr pro cinema?

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Oscar 2011: True Grit (Bravura Indômita)

24 fev

Vamos agora falar de um delicioso western, True Grit.

O filme está concorrendo em várias categorias!!!

  • Melhor Filme;
  • Melhor Diretor (Joel e Ethan Coen);
  • Melhor Ator (Jeff Bridges);
  • Atriz Coadjuvante (Hailee Steinfeld);
  • Roteiro Adaptado;
  • Fotografia;
  • Figurino;
  • Direção de Arte & Cenários;
  • Edição de Som;
  • Efeitos Sonoros.

Bom, assisti ao Bravura Indômita sem muita expectativa, porque eu particularmente não gosto muito de filmes western fazer o quê, né? . Este, no entanto, me surpreendeu. Por quê? Bem, porque o filme tem uma menina no papel principal e isso garantiu ao filme uma pegada mais sentimental, sabe? Não que Hailee Steinfeld interprete uma meninnha doce, Mattie Ross (sua personagem) quer vingança e é durona, apesar de seus 14 anos. Mas ainda assim, tem um ladinho feminino aí, o lado família, sei lá.

O filme é na verdade uma refilmagem de um clássico de mesmo nome lançado em 1969 e conta a história de uma menina que quer vingar a morte do pai, assassinado por um de seus funcionários. Para ter sucesso na sua busca ela contrata um xerife de fama que está já meio derrubado pela bebida (Jeff Bridges) e logo no início da busca um Texas Ranger se junta ao bando (Matt Damon), já que ele também está atrás do assassino por um crime cometido antes daquele. A direção é dos agora ainda mais famosos irmãos Coen, que em 2008 conquistaram o Oscar de Melhor Filme pelo Onde os Fracos Não Têm Vez.

A menina do filme, Hailee Steinfeld, foi pra mim uma surpresa muito agradável, porque ela interpreta bem e deu frescor à personagem. O fato de ela ser até então uma anônima permitiu assistir ao filme sem fazer nenhuma comparação, sabe?

Matt Damon está irreconhecível. Para quem gosta de vê-lo sempre posando de galã vai ter uma decepção. Olha ele aí:

E, finalmente, Jeff Bridges, que contracena com a Hailee na maioria das cenas e traz a tira colo um sutaque super carregado e que tem agradado a uns e desagradado a outros. Eu gostei de ter sido assim, carregadão. Achei que combinou com o personagem rústico que ele faz, bem caricato. E vamos combinar que o cara tá concorrendo ao Oscar pelo personagem num é à toa, né gente? Abaixo, Jeff Bridges em ação:

Vale demais à pena assistir ao filme, principalmente aqueles que não têm muita paciência para filmes de western. Para os que gostam, podem assistir tanbém, garanto que nao é pelo fato de agradar a quem não gosta de western que o filme vai deixar de agardar àqueles que curtem o gênero. Eu me surpreendi e o final é sensacional. Vou até colocar bem grande pra todo mundo “ouvir” e querer assistir: O FINAL É SENSACIONAL!!! #prontofalei.

Olhaí o trailler do filme!

Agora um adendo: eu achei MUITO paia a indicação da Hailee Steinfeld como atriz coadjuvante. Aloou? Coadjuvante? Onde? O filme conta a história dela atrás de vingança meu povo! Ela é a atriz principal! Com certeza o fato de não ser ainda conhecida pelo grande público pesou para não ir na categoria correta… e imagine que nem no cartaz ela é citada como um destaque do filme. Parece só merece destaque quem é conhecido do grande público e que pode garantir retorno em $$$.

Agora Eu Que Te Pergunto: assistiu ao filme? Deixou de assistir porque não gosta de western?

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Oscar 2011: Harry Potter and the Death Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte)

21 fev

Chegou a hora de falar de um filme mais antiguinho, em se tratando de Oscar 2011: Harry Potter e as Relíquias da Morte pt.1. E porque antiguinho? Bom, por 2 motivos: primeiro porque sua estréia foi em 19/11/2010 e segundo, e principalmente, porque estamos falando de uma história que já tem 10 anos, né gente? Foi em 2001 que J.K. Rowling lançou o primeiro livro do bruxinho mais pop da atualidade.

Sim, é um filme teen. Sim, gosto de Harry Potter. Assumo! Li o primeiro volume com 17 anos e, quando você gosta de uma história, não tem como largar no meio, né? E assim foi: li todos os volumes e foi com muito gosto que aluguei de novo o penúltimo filme da saga (ou antepenúltimo, já que o último é dividido em 2 partes) pra relembrar a história antes de assistir a Harry Potter and The Death Hallows. Sem dúvida os personagens amadureceram muito ao longo dos livros e o legal é acompanhar o amadurecimento dos atores que os interpretam.

Lembram do Rony gente, interpretado pelo Rupert Grint? Então, ele ficou gigante! E quem diria que aquela menininha que interpretava a Hermione, de cabelinho desarrumado, seria eleita a personalidade ícone em estilo pelo Elle Style Awards 2011? Kkk, muito legal isso. Eu aprovo, acho ela linda. Olhaí a evolução da mocinha e a sua “coroação” de estilo:

A evolução de Hermione

Criatura e Criadora: a evolução de Emma Watson!

Emma Watson: o ícone em estilo pelo Elle Style Awards 2011

O Harry (Daniel Hadcliffe) também mudou bastante. De menininho para um rapaz, olha só!

O crescimento do bruxinho Harry Potter

E pra fechar com chave de ouro, olha só o trio parada dura, que graciiiinha! hahaha

O trio de amiguinhos

Os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint já crescidos! Lindos!

Bom, feitas as devidas considerações iniciais, vamos ao que interessa, né? A avaliação!

O filme está concorrendo em 2 categorias:

  • Melhor Direção de Arte e;
  • Melhor Efeitos Especiais.

O episódio final da saga é centrado em Harry (dãh!), que para destruir Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, Você-Sabe-Quem ou, simplesmente, Voldemort, parte em uma aventura para destruir as Horcruxes. A dificuldade começa aí, ele não sabe o que pode ser cada Horcrux, onde elas estão escondidas e, finalmente, não tem a menor idéia de como destruí-las. Na tentativa de sucesso ele conta com seus inseparáveis amigos que, como sempre, têm suas desavenças convencionais agora ainda mais atrapalhada, porque com o amadurecimento… love is in the air!

Na minha opinião, esse foi um filme registro do livro, não teve nenhum encantamento ou surpresa além do esperado. Claro, por se tratar de uma história que se passa num mundo encantado, é recheado de efeitos especiais mas, se eles são inovadores ou encantadores o bastante para levar uma estatueta, aí já são outros quinhentos. Alice in Wonderland, de Tim Burton (em breve post desse filme!), pra mim, dá uma lavada no filme do bruxinho nesses quesitos (o filme concorre com Harry Potter nas 2 categorias que o filme do bruxinho disputa e ainda foi cotado para a categoria Melhor Figurino).

Vale à pena assistir? Pra quem acompanha a saga sim, lógico… Não assistir ao filme seria como começar algo e não terminar. Ler um livro e parar na metade… E no caso de quem não acompanhou a saga, vale à pena? Bom, aí depende se gosta de filmes de ficção, se ama algum dos atores do filme e da sua idade. Eu (com meus vinte e tantos anos) não assistiria. Para quem é pré adolescente ou adolescente o filme pode servir para despertar a curiosidade na saga e incentivar a leitura dos livros que, para mim, superaram todos os filmes da saga, como geralmente acontece nos casos de adaptação, né?

Pra te ajudar a decidir se o filme vale à pena, segue o trailler (que por sinal ficou excelente!):

Quer saber ainda mais? Dá uma passada no Scarpotter!

Agora Eu Que Te Pergunto: Curte Harry Potter? Assume publicamente isso kkk? Assistiu ao filme? O que achou?

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Livro: O Hobbit

18 fev

Quando a trilogia de filmes The Lord of the Rings (O Senhor dos Anéis) terminou de passar nos cinemas, não consegui não ter vontade de ler a trilogia de J.R.R.Tolkien. Li e gostei. Não sei se porque eu tinha assistido aos filmes antes, mas o livro não me “viciou” como outros que já havia lido (e dizem que esta é uma das melhores adaptações de livro para filme).  A história sem dúvida é sensacional e tal, mas né, eu li já sabendo o final da história.

Mas o que dizer do começo de tudo? Isso eu não fazia idéia que não sabia…

Bilbo Bolseiro

Para saber o início de The Lord of the Rings só mesmo lendo O Hobbit. Lançado em 1937, o livro é um best seller e conta a história de Bilbo Bolseiro, um hobbit pacato (tio de Frodo, lembra?) que virou herói valente de uma forma bastante engraçada e duvidosa? quando foi convidado por Gandalf a partir em uma aventura com 15 anões. O motivo da aventura? Recuperar um grande tesouro dos anões que estava “perdido” na Montanha Solitária.

Para chegar lá os aventureiros passaram por vários lugares: pelas Montanhas Sombrias, pela Floresta das  Trevas, pela Cidade do Lago (essa passagem é bem legal) e, finalmente, pela Montanha Solitária, onde o tesouro está protegido pelo perigoso e medonho dragão Smaug.

Em cada lugar os protagonistas passam por bons bocados e, no meio da confusão Bilbo acaba encontrando um singelo anelzinho, sabe qual? rs.

A aventura não termina com o resgate do tesouro. O livro narra também a Batalha dos Cinco Exércitos, que acontece e acaba unindo uma série de espécies contra orcs e outros monstrengos. Essa guerra, aliás, é relembrada no livro e filmes do Senhor dos Anéis e, pela história, foi um dos maiores acontecimentos de todos os tempos.

E agora o legal: O Hobbit também vai virar filme! Os atores já foram selecionados e depois de alguns imprevistos (dificuldade de financiamento, greve de atores e problema de saúde do diretor) o filme finalmente começará a ser rodado a partir de março de 2011 na Nova Zelândia. O lançamento da primeira parte (sim, serão 2 filmes!) está previsto para 21 de Dezembro de 2012… em 3D!

Taí um filme que vai valer à pena demais assistir em 3D. O Senhor dos Anéis já é ducaralho excelente, imagina a continuação (ou início) em 3D! Imperdível!

Uma leitura cheia de aventuras e personagens encantadores. História super bem contada, que te prende do início ao fim.

Agora Eu Que Te Pergunto: tá esperando o que pra começar a ler? Gosta de da trilogia O Senhor dos Anéis?

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