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127 Hours

1 abr

Eu sei que a premiação já aconteceu, mas falar sobre os filmes que estavam concorrendo aos prêmios não necessariamente tem que ser feito antes da premiação, né?

Entãaaao, daando sequência aos filmes do Oscar 2011, assistimos finalmente ao 127 Hours, com o James Franco.

O filme não levou nenhum prêmio e estava concorrendo  nas seguintes categorias:

  • Melhor Filme;
  • Melhor Ator (James Franco);
  • Melhor Edição;
  • Melhor Roteiro Adaptado (do livro Between a rock and a hard place,  de Aron Ralston);
  • Melhor Trilha Sonora Original (de A.R. Rahman);
  • Melhor Canção Original -“If I Rise” (Música de A.R. Rahman e letra de Dido e Rollo Armstrong)

Vamos começar pelo início. O filme é uma adaptação do livro Between a rock and a hard place e a direção foi feita pelo Danny Boyle, o mesmo cara que fez “Quem quer ser um Milionário”, ganhador de 8 Oscars em 2009, incluindo o de melhor filme e melhor diretor.

Bom, voltando ao 127 Horas, o filme conta a história de um cara que adora praticar esportes. Imagina, o cara se despede do seu colega de trabalho, da sua vida em sociedade, e chega em casa todo animadinho se preparando pro final de semana radical, na natureza selvagem (#Into the wild feelings! hahaha). Então ele parte pro Grand Canyon dirigindo seu carrinho, levando sua bike a tiracolo, sua câmera e ouvindo suas músicas prediletas. Ficou com vontade? Então espera…

E então que aí acontece. O quê? Bom, aí que o cara fica preso numa vala com uma pedra prendendo seu braço por um tempão. Mais precisamente 127 horas (dãh). E o filme conta e passa pelas tal 127 horas que ele leva pra conseguir se soltar. E te falo, ficar 127 horas preso num lugar sem nada… pode fazer surtar o cabeção, viu? Pra isso sua companheira, a câmera, participa registrando diálogos, ou melhor, monólogos engraçados, depressivos, biográficos… e lá vai a história. Pra mais detalhes tem que ver o filme, né? Não vou falar tudo!

Sem dúvida o James Franco, que mostrou uma empatia com o papel muito grande, deu super certo. E já que em 95% do filme só aparecem ele e a pedra, isso é super importante, né? Sem falar que ele é um gato!

Agora, pra mim, o grande diferencial desse filme é a cara moderna que deram pra ele na edição. Uma linguagem meio de vídeoclipe, sabe? Ultralegal e ultramoderna. O uso de músicas e cortes super diferentes do que estamos acostumados a ver nos filmes, com flashes superrápidos e dinâmicos, por si só, valem o aluguel do DVD ou a ida ao cinema.

Claro, o filme não agradou a todos, mas se você ficar meio desanimadinho ao assisti-lo, achando o filme meia boca (super duvido, ele é muito bom), faz o seguinte: foca no quesito edição, que super vale à pena!

Dá uma olhada no trailler:

Agora Eu Que Te Pergunto: curtiu ou detestou o filme? Por quê?

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